esse sentimento tem peso
tem força
é grosso
arranha
não gasta
puxa os músculos até rasgar
até não dar mais pra sorrir
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
domingo, 9 de dezembro de 2012
De volta a realidade. Você me acordou. Impôs amarras e limites ao que, por natureza, não se pode controlar, a o que não tem bordas.
Libertei minha subconsciência, me deixei levar. Preenchi todo o vazio com fantasia. Mascarei toda dor. Feito teatro de marionetes, de uma história de amor e cumplicidade, pra qual só eu era espectador.
Meus olhos viam, mas não enxergavam. E só depois de acordar, percebi que havia algo errado no sonho.
Pensei ter encontrado alguém, pensei ter me livrado da solidão. No final era só eu. E minha ilusão.
"O amor é uma doença." Não concordo. O amor é uma droga, e só surge efeito nos fracos. O encanto está em dar o que se deseja, no que se acredita. Agora só me resta a abstinência.
Libertei minha subconsciência, me deixei levar. Preenchi todo o vazio com fantasia. Mascarei toda dor. Feito teatro de marionetes, de uma história de amor e cumplicidade, pra qual só eu era espectador.
Meus olhos viam, mas não enxergavam. E só depois de acordar, percebi que havia algo errado no sonho.
Pensei ter encontrado alguém, pensei ter me livrado da solidão. No final era só eu. E minha ilusão.
"O amor é uma doença." Não concordo. O amor é uma droga, e só surge efeito nos fracos. O encanto está em dar o que se deseja, no que se acredita. Agora só me resta a abstinência.
domingo, 4 de novembro de 2012
o que eu sinto não é meu.
o que eu acredito não existe.
o que eu penso me foi dado
por verdades irreais.
nada é meu,
e eu não sou eu,
apenas os instintos animais.
sentir nos foi empurrado
por românticos burgueses adolescentes.
embora meu amor, ilusão
afeto que não sentes,
tens o sua própria crença:
ao negar a humanidade,
de ser menos humano.
o que eu acredito não existe.
o que eu penso me foi dado
por verdades irreais.
nada é meu,
e eu não sou eu,
apenas os instintos animais.
sentir nos foi empurrado
por românticos burgueses adolescentes.
embora meu amor, ilusão
afeto que não sentes,
tens o sua própria crença:
ao negar a humanidade,
de ser menos humano.
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